quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Módulo II: Educação Comunitária, saúde e cidadania na escola

Disciplina: Educação Comunitária e para a cidadania
Vídeo-aula 21: Lazer, cultura e elementos comunitários
Semana: 6

 Prof. Ricardo Uvinha 




 
Refletiu-se a importância da esfera do lazer relacionada à cultura e aos elementos comunitários, identificando os principais conceitos do lazer, os conteúdos culturais a ele associados, os equipamentos de lazer e suas respectivas políticas na comunidade, bem como a atuação profissional num importante papel de sensibilização para o uso do espaço por meio do lazer.









LAZER DISTINTAS DEFINIÇÕES:
"O conceito de lazer é díficil de limitar a uma única definição. Como uma experência compreendida por indivíduos diante de variados contextos, o estudo de lazer tem estado envolvido em três abordagens: tempo, atividade e estado da mente". (Henderson, 2001, p.15)

"Um conjunto de ocupações ás quais o indíviduo pode entregar-se de livre vontade, seja para repousar, seja para divertir-se, recrear-se e entreter-se ou ainda, para desenvolver sua formação desinteressada, sua participação social voluntária ou sua livre capacidade criadora, após livrar-se ou desembaraçar-se das obrigações profissionais, familiares e sociais". (Dumazedier, 1980, p.19)


3 D's - Descanso
          - Divertimento
          - Desenvolvimento


CONTEÚDOS CULTURAIS DO LAZER:

  • Imagens, emoções e sentimentos;
  • Conteúdos estéticos da beleza;
  • Campo simbólico
  • Exs: mamifestações artísticas (Teatros, museus, centros culturais)
INTERESSES INTELECTUAIS:

  • Busca de informações objetivas, racionais;
  • Conhecimento vivido, preso à realidade;
  • Ex: participações em cursos, leitura, jogo de xadrez;
INTERESSES MANUAIS:

 
  • Capacidade de manipulação;
  • para transformar objetos ou materiais (artesanato, culinária, bricolagem)
  • para lidar com a natureza (jardinagem, cuidado com animais).
  • INTERESSES SOCIAIS
  • INTERESSES FÍSICOS
  • INTERESSES TURÍSTICOS
 
As ruas podem se tornar, "ruas de lazer", aos finais de semana, como já ocorre na cidade de São Paulo.
Para um melhor desenolvimento de qualquer projeto no âmbito do lazer, é necessário de um profissional capacitado, como o "animador sócio-cultural". Além disso, precisamos sempre consultar a comunidade local, para atender de forma democrática.



 Um bom lazer á todos! Aproveitem sempre esses momentos com o familiares e amigos!

Até mais!

Ana Carolina 







terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Módulo II: Educação Comunitária, saúde e cidadania na escola

Disciplina: Saúde na escola
Vídeo-aula 20: Bullying
Semana: 5

Profª Paula Fernandes 




 Entre os vários desafios já existentes na escola, o bullying - termo sem tradução exata para o português - é mais um destes desafios. É uma situação que vem crescendo nos dias de hoje e é caracterizado por atos agressivos, verbais ou físicos. Esta aula mostra que o papel da escola começa com trabalhos de conscientização e de reconhecimento dos atores e vítimas do bullying para consequentemente criar uma cultura de paz e de respeito às diferenças individuais. 
 
 
 
 
Bullying é uma situação que se caracteriza por agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas. O termo bullying tem origem na palavra inglesa bully, que significa valentão, brigão. Mesmo sem uma denominação em português, é entendido como ameaça, tirania, opressão, intimidação, humilhação e maltrato.

"É uma das formas de violência que mais cresce no mundo", afirma Cléo Fante, educadora e autora do livro Fenômeno Bullying: Como Prevenir a Violência nas Escolas e Educar para a Paz (224 págs., Ed. Verus, tel. (19) 4009-6868 ). Segundo a especialista, o bullying pode ocorrer em qualquer contexto social, como escolas, universidades, famílias, vizinhança e locais de trabalho. O que, à primeira vista, pode parecer um simples apelido inofensivo pode afetar emocional e fisicamente o alvo da ofensa.
Além de um possível isolamento ou queda do rendimento escolar, crianças e adolescentes que passam por humilhações racistas, difamatórias ou separatistas podesm apresentar doenças psicossomáticas e sofrer de algum tipo de trauma que influencie traços da personalidade. Em alguns casos extremos, o bullying chega a afetar o estado emocional do jovem de tal maneira que ele opte por soluções trágicas, como o suicídio.
 
 
Ao surgir uma situação em sala, a intervenção deve ser imediata. "Se algo ocorre e o professor se omite ou até mesmo dá uma risadinha por causa de uma piada ou de um comentário, vai pelo caminho errado. Ele deve ser o primeiro a mostrar respeito e dar o exemplo", diz Aramis Lopes Neto, presidente do Departamento Científico de Segurança da Criança e do Adolescente da Sociedade Brasileira de Pediatria.
O professor pode identificar os atores do bullying: autores, espectadores e alvos. Claro que existem as brincadeiras entre colegas no ambiente escolar. Mas é necessário distinguir o limiar entre uma piada aceitável e uma agressão. "Isso não é tão difícil como parece. Basta que o professor se coloque no lugar da vítima. O apelido é engraçado? Mas como eu me sentiria se fosse chamado assim?", orienta o pediatra Lauro Monteiro Filho.

Veja os conselhos dos especialistas Cléo Fante e José Augusto Pedra, autores do livro Bullying Escolar (132 págs., Ed. Artmed, tel; 0800 703 3444):
- Incentivar a solidariedade, a generosidade e o respeito às diferenças por meio de conversas, campanhas de incentivo à paz e à tolerância, trabalhos didáticos, como atividades de cooperação e interpretação de diferentes papéis em um conflito;
- Desenvolver em sala de aula um ambiente favorável à comunicação entre alunos;
- Quando um estudante reclamar de algo ou denunciar o bullying, procurar imediatamente a direção da escola.
 
Fonte: revista Nova Escola
 
 
O que é Cyberbullying:

 O cyberbullying é um tipo de bullying melhorado. É a prática realizada através da internet que busca humilhar e ridicularizar os alunos, pessoas desconhecidas e também professores perante a sociedade virtual. Apesar de ser praticado de forma virtual, o cyberbullying tem preocupado pais e professores, pois através da internet os insultos se multiplicam rapidamente e ainda contribuem para contaminar outras pessoas que conhecem a vítima.

Os meios virtuais utilizados para disseminar difamações e calúnias são as comunidades, e-mails, torpedos, blogs e fotologs. Além de discriminar as pessoas, os autores são incapazes de se identificar, pois não são responsáveis o bastante para assumirem aquilo que fazem. É importante dizer que mesmo anônimos, os responsáveis pela calúnia sempre são descobertos.

Infelizmente os meios tecnológicos que, a priori, seriam para melhorar e facilitar a vida das pessoas em todas as áreas estão sendo utilizados para menosprezar e insultar outras pessoas. Não existe um tipo de pessoa específica para ser motivo de insultos, sendo que a invasão do e-mail ou a exposição de uma foto já é o bastante. Em relação a colegas de escola e professores, as difamações são intencionadas e visam mexer com o psicológico da pessoa, deixando-a abatida e desmoralizada perante os demais.

As pessoas que praticam o cyberbullying são normalmente adolescentes sem limites, insensíveis, insensatos, inconsequentes e empáticos. Apesar de gostarem da sensação que é causada ao destruir outra pessoa, os praticantes podem ser processados por calúnia e difamação, sendo obrigados a disponibilizar uma considerável indenização.

Por Gabriela Cabral


 
Video sobre bullying em escolas e internet. Conscientização anti-bullying.  O que é bullying?








 

Módulo II: Educação Comunitária, saúde e cidadania na escola

Disciplina: Saúde na Escola
Vídeo-aula 19: Violência nas escolas
Semana: 5


Fatores individuais e ambientais estão associados a comportamentos inadequados e transtornos de conduta. As primeiras manifestações de violência também ocorrem na escola, como enfatiza a professora Lília de Souza Li. O melhor entendimento destes fatores ajuda a identificar as crianças de risco e, consequentemente, propor intervenções mais adequadas e eficazes.
 
 
 
 
 
 
 
 
ADOLESCÊNCIA:
Momento crítico  da vida do ser humano no qual ocorre intensas mudanças biológicas, cognitivas, emocionais e sociais, e se  decide padrões de comportamento

  • Período de grande vulnerabilidade e risco
  • Possíveis trajetórias estão  intimamente  relacionadas com as vivências e aprendizados ocorridos na infância.
 
PROBLEMAS PSICOLÓGICOS E COMPORTAMENTAIS NA ADOLESCÊNCIA:

  • Abuso de substâncias
  • Problemas de internalização: manifestado por meio de perturbações emocionais e cognitivo como depressão e ansiedade.
  • Problemas de externalização: manifestado por meio de problemas comportamentais ou de atuação sendo o problema mais comum o comportamento delinquente
DISTÚRBIO DE CONDUTA

  • COMPORTAMENTO ANTI-SOCIAL REPETIVO
AGRESSÃO FÍSICA NA INFÂNCIA
  • PROBLEMA DE SAÚDE PÚBLICA
 


 FATORES DE RISCO PARA DISTÚRBIO DE CONDUTA E DELINQUÊNCIA:

  • Famílias disfuncionais
  • Doenças mentais nos pais
  • Fatores sociais:
  • Pobreza; Fracasso escolar
  • Mas, a probreza, já não é a causa direta;
 
QUAIS FATORES PROMOVEM A VIOLÊNCIA?

  • Práticas parentais inadequadas e exposição repetida de violência
  • Consumo de alcóol
FATORES ASSOCIADOS  PARA A VIOLÊNCIA NA ESCOLA:

  • Performance escolar ruim
  • Atitudes anteriores erradas
  • Sexo masculino
  • Baixa autoestima
  • Muitas mudanças de escola
  • População escolar com alto uso de drogas
 
 Vídeo mostra a  triste realidade das escolas  brasileiras: Violência Escolar:
Os repórteres Caroline Kleinübing e Caio Cavechini percorrem uma escola pública do Rio de Janeiro na qual três professoras pediram licença médica. Motivo alegado por elas: medo e depressão causados pela agressividade e pelo desinteresse dos alunos.

Em Florianópolis, nosso convidado, o repórter Manoel Soares, da RBS, visita um colégio que fechou as portas depois que a diretora foi atacada com ovos e pedradas por um estudante. Salas vazias, pedaços de pau e placas de vidro apreendidos por seguranças, professores assustados e desmotivados. É este o quadro que ele registra em Santa Catarina.

Caco Barcellos percorre escolas do Capão Redondo, periferia de São Paulo, e encontra muitos trabalhadores na sala de aula. Gente que luta para recuperar o tempo perdido e concilia trabalho e estudos em rotinas estafantes..



Módulo II: Educação Comunitária, saúde e cidadania na escola

Disciplina: Educação Comunitária e para a cidadania
Vídeo-aula 18: A valorização da culltura corporal da comunidade no currículo escolar
Semana: 5


Prof. Marcos Neira


Entender que as práticas corporais acontecem originariamente em espaços distintos daqueles concebidos na escola, procurar identificá-las no contexto comunitário e trazê-las de forma legítima para o currículo é o eixo principal desta aula. As práticas corporais denotam, para além do mero caráter físico e espacial, também as relações sociais que são tecidas na vivência dos grupos que lhes deram origem, gerando experiências carregadas de significado. Atenta aos acontecimentos ligados à cultura corporal e manifestados na sociedade, a escola pode se aproximar dessas práticas sociais e concebê-las de forma crítica no currículo, refletindo de forma mais ampla sobre a cultura, seus mecanismos de legitimação e predomínio nos meios de comunicação de massa.


O QUE É CULTURA CORPORAL?

Toda Produção simbolica que envolve as práticas sociais

  • Saber jogar dama
  • Saber o que é jogo de dama
CADA GRUPO SOCIAL REALIZA A PRÁTICA CORPORAL CONFORME SUA CULTURA:



Tai Chi Chuan














Capoeira












Trazer essas questões para o currículo: Dança, Jogos, Lutas dentre outros.


PRINCIPIOS CURRICULARES:
  • Enraizar as identidades
  • Justiça Curricular
  • Evitar o daltonismo cultural
Daltonismo Cultural:
"Só vai dançar quem sabe"  Só vai jogar quem gosta"
Contudo todos tem o direito de aprender, outras culturas.
 
 
Devemos respeitar as diferenças!



Módulo II: Educação Comunitária, saúde e cidadania na escola

 Disciplina: Educação Comunitária e para a cidadania
Vídeo-aula 17: Transformações sociais, currículo e cultura
Semana: 5


Prof. Marcos Neira



Com a democratização do acesso, adentraram à escola representantes de grupos culturais, até então, alijados desse direito. Se outrora, os conhecimentos socializados pelo currículo advinham dos grupos situados em condições privilegiadas sem qualquer questionamento, neste momento, tal perspectiva enfrenta o desafio da sociedade multicultural.
É lícito que as políticas em torno da reconfiguração social atravessam inevitavelmente o debate curricular. A partir daí, foi gerado um certo consenso que afirma a democratização dos conhecimentos no currículo como ação em prol do reconhecimento das diversas culturas que compõem a sociedade. Alinhando-se a esse movimento, uma transformação curricular implicará não somente no estudo do patrimônio cultural dos grupos desprovidos de poder, como também, na desconstrução crítica dos conhecimentos oriundos da cultura hegemônica. 



TRANSFORMAÇÕES SOCIAIS E A FUNÇÃO SOCIAL DA ESCOLA:
  • Globalização
  • Contexto Democrático
  • Sociedade Multicultural
  • Função social da escola
 NOÇÃO DE ESCOLA SE TRANSFORMOU:

















TEORIAS CURRICULARES:

  • Teorias Tradicionais
  • Teorias Críticas 
  • Teorias pós-críticas 

Currículo: Prática Social

 
CULTURA:

  • Cultuar, cultivar (Grécia antiga)
  • Estado de espirito (França, séc. XVIII)
  • Associada a razão e civilização.

CULTURA, O OLHAR DA ANTROPOLOGIA

  • Evolucionismo (Tylor)
  • Relativista (Boas)
  • Funcionalista (Malinowiski)
  • Sistêmica (Durkheim)
  • Interpretativa (Geertz)

"Acabo me apropriando do patrimônio cultural do outro, se adequando aos da minha cultura"


Prof. Marcos Neira






segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Módulo II: Educação Comunitária, saúde e cidadania na escola

Disciplina: Saúde na escola
Vídeo-aula 16: Sexualidade e prevenção de risco
Semana: 4


Apesar da evolução tecnológica, científica e de informação, os índices de doenças sexualmente transmissíveis e de gravidez estão aumentando na adolescência, como mostra as profas. Lília de Souza Li e Marici Braz. O melhor acesso às medidas preventivas pode ajudar a reduzir esse índice. Para isso, a escola pode ajudar no debate sobre esse assunto, facilitando o acesso dos alunos sobre esta temática. 
 
 
 
 Prevenção de DST e Aids na escola.
A distribuição do preservativo pode ser feita na escola, através de dinâmicas em grupo.

Módulo II: Educação Comunitária, saúde e cidadania na escola

Disciplina: Saúde na escola
Vídeo-aula 15: Sexualidade na escola
Semana: 4


 A sexualidade existe desde o nascimento e passa por etapas.Na adolescência, as mudanças corporais levam a mudanças psicológicas, visando a busca de uma nova identidade para o corpo em transformação. Existem três fases do desenvolvimento da sexualidade no adolescente: uma fase inicial de autoerotismo, a segunda fase de comportamento narcísico com relações casuais e superficiais e a terceira fase com evolução de maior capacidade de envolvimento emocional e afetiva, como mostra a profa. Marici Braz. 



 Taxa de gravidez na Adolescência











Outro assunto relevante é o número de abortos  na adolescência:















Nos últimos anos, o número de gravidez entre as adolescentes vem aumentando. E este é um fato muito preocupante na sociedade, pois traz sérias conseqüências para a vida dos pais adolescentes e da criança. Por isso, é uma questão que deve ser levada a sério.

As maiores partes destas adolescentes, não estão preparadas financeiramente, nem emocionalmente para serem mães, e muitas vezes por não terem o apoio dos pais, são obrigadas a deixar os estudos de lado, e muitas vezes fogem de casa.

Além disso, o corpo da adolescente também não está pronto para gerar uma criança, alguns problemas como o tamanho e conformidade da pelve, a elasticidade dos músculos uterinos, os temores, desinformação da adolescente, dificultará o desenvolvimento do feto. 

Os principais fatores que contribuem para a gravidez na adolescência são:

• Falta de informação sobre os métodos contraceptivos.
• Falta de orientação da família, escola e sociedade.
• O uso de drogas e bebidas alcoólicas também interferem na contracepção.
• Algumas adolescentes planejam engravidar para tentar tornar realidade o desejo de se casar

Mesmo sendo adolescente, é importante que ela tome os cuidados normais de uma gravidez, como fazer o pré - natal para acompanhar o desenvolvimento do bebê e da mãe. Devido à mudança de seu corpo, a adolescente pode vir a ter problemas emocionais, escondendo a gravidez, e consequentemente levar a um aborto ou dificuldades na amamentação.